Em alguns países do mundo a eutanásia (prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista) é permitida. Na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo a eutanásia ativa é legalizada: os médicos podem receitar e administrar drogas para terminar a vida de pacientes em sofrimento.
Na Suíça, desde 1941, há legislação que permite o suicídio assistido (quando o médico tem autorização para receitar drogas letais, mas que tem que aplicá-las é o paciente). Em outros lugares do mundo, como nos estados americanos do Oregon, Montana e Washington, este ato também é permitido.
A diferença é que na Suíça a lei também vale estrangeiros, ainda que no país de origem a cumplicidade em suicídios seja crime. O resultado é o turismo suicida (uma clínica localizada num bairro residencial em Zurique, oferece doses de barbitúricos por US$ 6.500). A fila de espera para morrer já possui centenas de estrangeiros, a maior parte da Alemanha e do Reino Unido.
Esta modalidade é realmente bizarra. O que pensar a respeito?
- Oportunidade para estancar o sofrimento de um doente terminal?
- Oportunidade para ganhar dinheiro com o desespero e dor alheia?
Fonte: Revista Super Interessante – setembro de 2010 – edição 282.
Sugestão de Manoel Costa, aluno do quarto período do Curso de Turismo da Faculdade Estácio BH
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